"Pode entrar".
Eu entrei. À minha frente tinha uma figura simpática, ternurenta até, da qual, acreditei, não poderiam sair palavras cruéis.
"Gostava de lhe dizer que isto não é nada...", disse.
"É mau?", perguntei.
"Sim", disse ela.
E num instante tudo muda.
Disse-me que tenho cancro na mama. Mas quase nem chorei...
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
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